Análises Estruturais Análises Estruturais

Censo Escolar da Educação Básica 2013

Categoria Pai: Análises Estruturais
Categoria: Censo Escolar da Educação Básica

Censo Escolar da Educação Básica 2007-2012

Categoria Pai: Análises Estruturais
Categoria: Censo Escolar da Educação Básica

Pesquisa Anual do Comércio 2016

Categoria Pai: Análises Estruturais
Categoria: PAC - Pesquisa Anual de Comércio

Pesquisa Anual do Comércio 2015

Categoria Pai: Análises Estruturais
Categoria: PAC - Pesquisa Anual de Comércio

Pesquisa Anual do Comércio 2014

Categoria Pai: Análises Estruturais
Categoria: PAC - Pesquisa Anual de Comércio

Comércio atacadista puxa a margem de comercialização em Goiás, cresce 37,2%.

Categoria Pai: Análises Estruturais
Categoria: PAC - Pesquisa Anual de Comércio

Goiás representou 50% do comércio do Centro-Oeste em 2012

Categoria Pai: Análises Estruturais
Categoria: PAC - Pesquisa Anual de Comércio

O Censo Escolar da Educação Básica é um levantamento de dados estatístico-educacionais de âmbito nacional realizado todos os anos e coordenado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – Inep.

Séries Históricas

 

Trata-se de uma pesquisa declaratória de responsabilidade das escolas de todo o território nacional com a colaboração das secretarias estaduais e municipais de educação. 

É o principal instrumento de coleta de informações da educação básica, que abrange as suas diferentes etapas e modalidades: ensino regular (educação Infantil e ensinos fundamental e médio), educação especial e educação de jovens e adultos (EJA). No Censo Escolar há dados sobre estabelecimentos, matrículas, funções docentes, movimento e rendimento escolar. 

Essas informações são utilizadas para traçar um panorama nacional da educação básica e servem de referência para a formulação de políticas públicas e execução de programas na área da educação, incluindo os de transferência de recursos públicos como merenda e transporte escolar, distribuição de livros e uniformes, implantação de bibliotecas, instalação de energia elétrica, Dinheiro Direto na Escola e Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). 

Além disso, os resultados obtidos no Censo Escolar sobre o rendimento (aprovação e reprovação) e movimento (abandono) escolar dos alunos do ensino Fundamental e Médio, juntamente com outras avaliações do Inep (Saeb e Prova Brasil), são utilizados para o cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), indicador que serve de referência para as metas do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), do Ministério da Educação. 

De forma clara, a análise do Censo Escolar da Educação Básica pode subsidiar estudos e pesquisas acerca da realidade educacional brasileira, permitindo a compreensão, por meio de correlações com outras variáveis sociais, de questões envoltas ao desenvolvimento socioeconômico. 

Fonte: Inep.

Atualização: Anual.

 

A Pesquisa Anual de Comércio - PAC tem por objetivo descrever as características estruturais básicas do segmento empresarial do comércio atacadista e varejista no País e suas transformações no tempo.

Séries Históricas

 

A série da PAC teve início em 1988, com o objetivo de fornecer informações anuais sobre o setor de comércio nos períodos intercensitários. A partir do ano de 1996, a PAC foi adequada aos parâmetros do novo modelo de produção das estatísticas industrial, comercial e de serviços, em que os censos econômicos quinquenais foram substituídos por pesquisas anuais de base amostral. O Cadastro Central de Empresas - CEMPRE, atualizado sistematicamente, é a referência comum para o universo das empresas. 

O desenho das pesquisas estruturais anuais leva em conta a concentração da atividade produtiva nos segmentos de maior porte, dando tratamento censitário para empresas com 20 ou mais pessoas ocupadas, para as atividades de comércio e serviços, ou 30 ou mais pessoas ocupadas, para a indústria, no cadastro básico de seleção. As demais empresas são objeto de seleção probabilística. A PAC é a pesquisa estrutural central do subsistema de estatísticas do Comércio.

Âmbito da pesquisa

O âmbito da PAC inclui as empresas que atendem aos seguintes requisitos:

- Estar em situação ativa no Cadastro Central de Empresas do IBGE, classificada como empresa comercial, isto é, ter atividade principal contemplada na seção G – Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas, da Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE 2.0; e 

2 - Estar sediada no Território Nacional e, em particular, para as Unidades da Federação da Região Norte (Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará, Ama¬pá e Tocantins) são consideradas apenas aquelas que estão sediadas nos municípios das capitais, com exceção do Pará onde são consideradas aquelas que estão sediadas nos municípios da Região Metropolitana de Belém.

Define-se como empresa comercial aquela cuja receita bruta provenha, predominantemente, da atividade comercial, entendida como compra para revenda, sem transformação significante, de bens novos e usados. Em consonância com a abrangência das pesquisas anteriores, optou-se por excluir do âmbito da PAC, embora façam parte da seção G da CNAE 2.0, os seguintes segmentos: • serviços de manutenção e reparação de veículos e motocicletas; e • reparação de objetos pessoais e domésticos.

Variáveis investigadas nas empresas em nível regional
A descrição da dimensão regional da PAC é obtida no capítulo de Dados Regionalizados através de informações por Unidade da Federação de atuação da empresa no ano de referência da pesquisa. As variáveis investigadas são: pessoal ocupado em 31 de dezembro; salários, retiradas e outras remunerações; número de uni¬dades locais; e receita bruta de revenda e de comissões sobre vendas. Por unidades locais com receita de revenda, entende-se as unidades locais da empresa dedicadas à revenda de mercadorias, tais como: lojas, filiais, locais de venda, etc.

A pesquisa Produção Agrícola Municipal – PAM, do IBGE, investiga um elenco de mais de 60 produtos, divididos em produtos de lavouras temporárias e produtos de lavouras permanentes.

Séries Históricas

 

Desde 2004, o IBGE publica antecipadamente dados referentes aos cereais, leguminosas e oleaginosas. No ano de 2005, foram agregadas às 13 lavouras pesquisadas, as culturas do girassol e triticale, totalizando 15 produtos.

Metodologia da coleta
Os dados são obtidos pela rede de coleta do IBGE, mediante consulta a entidades públicas e privadas, a produtores, técnicos e órgãos ligados direta ou indiretamente aos setores da produção, comercialização, industrialização e fiscalização de produtos agrícolas. A coleta de dados baseia-se, portanto, num sistema de fontes de informação, representativo de cada município. A unidade de investigação na pesquisa Produção Agrícola Municipal é o município. 

Procedimentos básicos
A investigação é realizada, mediante aplicação de um questionário, por produto agrícola em cada município, consideradas as peculiaridades locais, os aspectos agronômicos, e as fontes existentes ou estabelecidas para realização da tarefa. 

As estimativas obtidas pelos agentes resultam de contatos que os mesmos mantêm com técnicos do setor agrícola, com produtores e, ainda, do próprio conhecimento que o agente possui sobre as atividades agrícolas dos municípios ou da região onde atua. Para determinadas culturas consultam-se, ainda, entidades específicas de controle e incentivo, que detêm as melhores informações sobre os produtos de seu interesse. 

Conceituação das variáveis investigadas

  • área colhida Total da área efetivamente colhida de cada produto agrícola no município durante o ano de referência da pesquisa.
  • área plantada Total da área plantada de cada cultura temporária no município, passível de ser colhida (no todo ou em parte) no ano de referência da pesquisa, ou, ainda, ter sido completamente perdida devido a adversidades climáticas, bióticas (pragas e doenças), entre outras causas.
  • cereais arroz, aveia, centeio, cevada, milho, sorgo, trigo e o triticale. Limita-se às lavouras plantadas com finalidade de produção de grãos, excluindo as lavouras para produção de grãos verdes (milho verde), para forragem ou silagem, e pastagem (sorgo forrageiro, cevada forrageira, etc.).
  • culturas permanentes Culturas de longo ciclo vegetativo, que permitem colheitas sucessivas, sem necessidade de novo plantio.
  • culturas temporárias Culturas de curta ou média duração, geralmente com ciclo vegetativo inferior a um ano leguminosas: ervilha em grão, feijão, fava, lentilha, grãos-de-bico. 
  • oleaginosas: soja, amendoim, colza, girassol, gergelim, linho e mamona.
  • preço médio pago ao produtor Média dos preços recebidos pelos produtores do município ponderada pelas quantidades colhidas ao longo do ano de referência da pesquisa.
  • quantidade produzida Quantidade total colhida de cada produto agrícola no município durante o ano de referência da pesquisa.
  • rendimento médio Razão entre a quantidade produzida e a área colhida.
  • valor da produção Produção obtida multiplicada pelo preço médio ponderado.

A Pesquisa Anual de Serviços - (PAS)- tem por objetivo no âmbito do Sistema Estatístico, fornecer informações dos segmentos produtivos não financeiros para o Sistema de Contas Nacionais.

A pesquisa permite a construção de um sistema de informações para elaboração de estimativas de valor adicionado, emprego e salários, em níveis detalhados da classificação de atividades e por Unidades da Federação, possibilitando a identificação da estrutura básica dos serviços empresariais não financeiros no País, bem como sua distribuição espacial e o acompanhamento de suas transformações no tempo. 

A unidade de investigação 
É a empresa, definida como sendo a unidade jurídica caracterizada por uma firma ou razão social, que engloba o conjunto de atividades econômicas exercidas em uma ou mais unidades locais. 

Variáveis investigadas nas empresas em nível regional 

A descrição da dimensão regional da PAS é obtida no capítulo de dados regionalizados, através de informações por Unidades da Federação de atuação da empresa no ano de referência da pesquisa. As variáveis investigadas são: pessoal ocupado em 31 de dezembro de 2010; salários, retiradas e outras remunerações; número de estabelecimentos de prestação de serviços com receita; e receita bruta de serviços mais receita de incorporação e venda de imóveis próprios. 

Abrangência da Pesquisa 

A pesquisa abrange as empresas do estrato certo: empresas com 20 ou mais pessoas ocupadas; estrato gerencial: empresas com menos de 20 pessoas ocupadas e que atuam em mais de uma Unidade da Federação; e estrato amostrado: empresas com menos de 20 pessoas ocupadas e que atuam em apenas uma Unidade da Federação. A partir do ano 2005, no plano amostral da PAS, o estrato amostrado passou a ser subdividido em outros três estratos, a saber:
1) Estrato amostrado A1: empresas com 0 a 4 pessoas ocupadas;
2) Estrato amostrado A2: empresas com 5 a 9 pessoas ocupadas; e 
3) Estrato amostrado A3: empresas com 10 a 19 pessoas ocupadas.
Cabe ressaltar que existem algumas exceções: empresas que, no cadastro básico de seleção da amostra da pesquisa, possuem menos de 20 pessoas ocupadas são incluídas no estrato certo quando apresentaram receita no mesmo patamar das empresas do estrato certo da pesquisa do ano anterior.

A Pesquisa Industrial Anual - (PIA) - Empresa tem por objetivo identificar as características estruturais básicas do segmento empresarial da atividade industrial no País e suas transformações no tempo, tomando como base uma amostra de empresas industriais.

Séries Históricas

 

A série da PIA teve início em 1966 e apresentou até 1995, resultados em anos intercensitários, com exceção dos anos de 1971 e 1991. 
A partir de 1996, a PIA-Empresa foi adequada aos parâmetros do modelo de produção das estatísticas industriais, comerciais e de serviços. Neste modelo, os Censos Econômicos quinquenais foram substituídos por pesquisas anuais. 
O desenho da pesquisa leva em conta a concentração da atividade produtiva nos segmentos de maior porte, incluindo na amostra todas as empresas industriais com 30 ou mais pessoas ocupadas e/ou que auferiram receita bruta proveniente das vendas de produtos e serviços industriais superior a um determinado valor no ano anterior ao de referência da pesquisa. 
Em 2011, adotou-se o corte de R$ 9,94 milhões. As demais empresas, numericamente majoritárias, mas com pequena expressão no cômputo geral da atividade econômica, é objeto de seleção amostral. O Cadastro Central de Empresas - Cempre, do IBGE, é a fonte de informações para o desenho da pesquisa anual. 


Âmbito da pesquisa 
O âmbito da PIA-Empresa inclui as empresas que atendam aos seguintes requisitos: 

  • Estar em situação ativa no Cadastro Central de Empresas - Cempre, do IBGE, que cobre as entidades com registro no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica - CNPJ; 
  • Ter atividade principal compreendida nas seções B e C (Indústrias extrativas e Indústrias de transformação, respectivamente) da Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE 2.0, isto é, estar identificada no Cempre com código CNAE em uma dessas duas seções; 
  • Estar sediada em qualquer parte do Território Nacional; e 
  • Ter pelo menos uma pessoa ocupada em 31 de dezembro do ano de referência do cadastro básico de seleção da pesquisa. 


Detalhamento geográfico e de atividade econômica 
Para as empresas com 1 ou mais pessoas ocupadas, os resultados são disponibilizados para Brasil, segundo a divisão da CNAE 2.0 (dois dígitos). 
Para as empresas com 5 ou mais pessoas ocupadas, as informações da PIA-Empresa são apresentadas com os seguintes detalhamentos regionais e de atividades: 

  • Brasil: 

- Divisão e grupo da CNAE 2.0 (dois e três dígitos, respectivamente); 
- Faixas de pessoal ocupado; e 
- Grandes Regiões - faixas de pessoal ocupado. 

  • Unidades da Federação: 

- Divisão e grupo da CNAE 2.0 (dois e três dígitos, respectivamente); 
- para Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul; e 
- Divisão da CNAE 2.0 (dois dígitos) - para as demais Unidades da Federação.

A PNAD Contínua visa produzir indicadores para acompanhar as flutuações trimestrais e a evolução, a médio e longo prazo, da força de trabalho e outras informações necessárias para o estudo e desenvolvimento socioeconômico do País.

Séries Históricas

 

Visando atender a demandas dos usuários, suprir necessidades para a formulação e gestão de políticas públicas, minimizando continuamente as lacunas existentes na produção nacional de estatísticas, o IBGE implantou a PNAD Contínua, que substituirá as estatísticas sobre mercado de trabalho obtidas a partir da Pesquisa Mensal de Emprego - PME e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD, potencializando os resultados produzidos por ambas, agregando, em relação à primeira, a cobertura do território nacional e, em relação à segunda, a disponibilização de informações sobre trabalho com periodicidade de divulgação que permitirá a análise conjuntural do tema.

A pesquisa é realizada por meio de uma amostra probabilística de domicílios, extraída de uma amostra mestra de setores censitários, de forma a garantir a representatividade dos resultados para os diversos níveis geográficos definidos: Brasil, Grandes Regiões, Unidades da Federação e Regiões Metropolitanas que incluem os municípios das capitais. A cada trimestre, a PNAD Contínua investiga em torno de 211.000 domicílios em aproximadamente 16.000 setores censitários. Em Goiás foram investigados 7.387 domicílios de 545 setores em 144 municípios.

Na PNAD Contínua, as informações sobre o tema trabalho são captadas em dois questionários: um reduzido, restrito às informações sobre o trabalho que gera rendimentos para o domicílio, ou seja, cuja produção é voltada para o mercado; e um ampliado, de nível mais abrangente, aplicado na primeira entrevista de cada domicílio, que inclui além das variáveis contidas no reduzido, informações sobre outras formas de trabalho, cuja produção não é voltada para o mercado.

Para produzir informações trimestrais, o questionário reduzido, juntamente com as características básicas dos moradores (condição no domicílio, sexo, idade, cor ou raça e educação) são investigados em 100% dos domicílios pesquisados em cada trimestre.

Com a implantação desse sistema, o IBGE iniciou uma importante etapa de aprimoramento no seu sistema de pesquisas domiciliares, que propiciará maior eficácia diante de frequentes demandas por informações sobre as condições socioeconômicas e demográficas da população do País.

Esta pesquisa iniciou-se no Ministério da Agricultura em 1945. As informações foram levantadas pelos Agentes Municipais de Coleta do IBGE, cabendo ao Ministério da Agricultura a elaboração dos questionários, a apuração, a crítica e a divulgação dos resultados.

Séries Históricas

 

Em 17-01-1974, pelo Decreto no 73.482, o IBGE passou a responsabilizar-se por todas as fases da pesquisa. As informações relativas ao ano de 1971 e 1972 não estão disponíveis por não terem sido divulgadas pelo Ministério da Agricultura.

Até 1980 as variáveis pesquisadas para bovinos eram: rebanho bovino, vacas ordenhadas, leite de vaca, utilização predominante da criação (corte ou leite), touro reprodutor, boi de trabalho, boi para corte, novilho para corte, vaca leiteira, vaca de cria, vaca velha, novilha, bovino (entre 1 e 2 anos), bovino (menor de 1 ano), e leite de vaca. Para suínos eram levantadas até 1980 as seguintes variáveis: rebanho suíno, macho reprodutor, porca criadeira, leitões e outros porcos e porcas. Para galináceos, o levantamento compunha-se de galinhas, juntamente com galos, frangas, frangos e pintos. A utilização predominante dos galináceos constou predominantemente até 1980 (corte ou postura), bem como ovos de outras aves (patas, marrecas, gansas e peruas).

Em 1981, as principais mudanças ocorridas no questionário referiram-se classificação do rebanho bovino, que passou a coletar informações para as classes: menores de 1 ano, de 1 a menos de 2 anos e de 2 anos e mais (touros reprodutores, vacas e outros). Já os suínos passaram a ter as informações coletadas segundo as classes: menores de 6 meses e de 6 meses e mais.

A partir de 1989, o questionário foi mais uma vez modificado em seu conteúdo, conservando sua forma até hoje. As alterações principais introduzidas foram com relação ao rebanho bovino, que passou a ser investigado por uma classe única, os suínos, que passaram a ter a coleta pelas seguintes categorias: porcas criadeiras e outros porcos e porcas, e finalmente destaca-se que o levantamento dos preços médio pagos ao produtor das espécies animais foi abolidos.

Em 2006, o plano tabular da Pesquisa da Pecuária Municipal foi alterado, visando principalmente dar maior destaque aos principais municípios produtores da pecuária nacional, apresentando os dados por Grandes Regiões e Unidades da Federação, os efetivos e produções por ordem decrescente de todas as Unidades da Federação e dos 20 principais municípios para cada efetivo e produção da pecuária.

Os efetivos de animais foram agrupados de acordo com o porte, conforme utilizado pelo Censo Agropecuário 2006. O total de galináceos, representando a soma de galos, frangas, frangos, pintos e galinhas também passaram a ser apresentado. Para cada efetivo, a participação da unidade territorial no total nacional foi calculada.

Os produtos da pecuária estão ordenados pela importância econômica, sendo que as unidades de massa e valor da produção passaram a ser expressas em toneladas (t) e mil reais (R$ 1.000), respectivamente. Foram incluídas as colunas de produtividade estimada de leite (em litros/vaca/ano) e a relação entre vacas ordenhadas e o efetivo total de bovinos, permitindo uma melhor distinção da predominância da finalidade do rebanho bovino (corte ou leite).

Unidades territoriais que não apresentaram efetivos ou produção em cada tabela foram omitidas, quando possível. 

Objetivo
A Produção da Pecuária Municipal destina-se a fornecer informações sobre os efetivos das espécies animais criadas, como também dados sobre as produções de leite, lã, ovos de galinhas e de codornas, mel e casulos de bicho-da-seda, em nível de municípios, microrregiões, mesorregioes, Unidades da Federação, Grandes Regiões e Brasil. 

Periodicidade e abrangência geográfica
A investigação é realizada anualmente e abrange todo o Território Nacional. Os efetivos dos rebanhos têm 31/12 por data de referência, e as produções dizem respeito ao ano de referência da pesquisa. 

Unidade de investigação
A unidade de investigação é o município em que se realiza a atividade pecuária.
Variáveis investigadas:
- Efetivo da pecuária
- Produção de origem animal
- Preço médio pago ao produtor


Metodologia da coleta
Os dados são obtidos pela rede de coleta do IBGE, mediante consulta a entidades pública e privada, produtores, técnicos e órgãos ligados direta ou indiretamente à produção, comercialização, industrialização, fiscalização, fomento e assistência técnica à agropecuária. A coleta de dados baseia-se num sistema de fontes de informação representativo de cada município, gerenciado pelo agente de coleta do IBGE, que obtém os informes e subsídios para a consolidação dos resultados finais. A unidade de investigação no inquérito estatístico Pesquisa da Pecuária Municipal é o município. O efetivo dos rebanhos tem como data de referência o dia 31 de dezembro do ano em questão. 

Conceituação das variáveis investigadas
Vacas ordenhadas
Vacas mestiças ou de raça (de corte, de leite ou de dupla aptidão) existentes no município e que foram ordenhadas em algum período no ano-base da pesquisa, quer seja para autoconsumo, para transformação em queijos, manteiga, etc., ou para venda. 

Leite de vaca
Quantidade total de leite (em litros) produzida, durante o ano-base da pesquisa, pelas vacas ordenhadas no município. 

Ovinos tosquiados
Ovinos de qualquer idade ou sexo, pertencentes ao rebanho do município, que foram tosquiados durante o ano-base da pesquisa para fins de produção de lã. 

Lã bruta
Quantidade total (em kg) de lã bruta (quer seja de velo, de garreio ou de cordeiro), obtida no município durante o ano-base da pesquisa. 

Ovos
Produção total de ovos de galinha ou de codorna (em dúzias), obtida no município durante o ano-base da pesquisa. 

Mel de abelha
Produção total (em kg) de mel (de abelhas criadas em apiários), obtido no município durante o ano-base da pesquisa. 

Casulos
Produção total (em kg) de casulos do bicho-da-seda obtida no município durante o ano-base da pesquisa. 

Preço médio pago ao produtor
Média dos preços recebidos pelos produtores, ponderados pelas quantidades comercializadas, no ano-base da pesquisa. 

Valor da produção
Produção obtida, multiplicada pelo preço médio pago ao produtor.

 

A Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), gerenciada pelo Ministério de Trabalho e Emprego (MTE), é uma das principais fontes de informações sobre o mercado de trabalho formal brasileiro, sendo considerada um censo porque a sua cobertura é superior a 97% dos vínculos empregatícios formais do país.

Séries Históricas

 

Instituída pelo Decreto n.º 76.900/75, de 23 de dezembro de 1975, a RAIS é um Registro Administrativo, de âmbito nacional, de periodicidade anual, de declaração obrigatória para todos os estabelecimentos, inclusive aqueles que não registraram vínculos empregatícios no exercício. 

Originalmente, a RAIS foi criada como instrumento operacional para o controle da entrada da mão-de-obra estrangeira no Brasil, dos registros relativos ao FGTS e como subsídio à base de cálculo do PIS/PASEP; além de gerar informações estatísticas sobre o mercado de trabalho formal. 

A RAIS tem como objetivos operacionais: subsidiar o controle da nacionalização do trabalho conforme a Lei dos 2/3; prestar subsídios ao controle relativo ao FGTS e à Previdência Social; viabilizar o pagamento do Abono Salarial (Art. n.º 239 CF e Lei no 7.998/90) aos trabalhadores com renda média de dois salários mínimos; e compor o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). 

Os objetivos estatísticos da RAIS são: subsidiar as políticas de formação de mão-de-obra e salarial; e fornecer informações sobre o mercado de trabalho formal brasileiro. 

Em virtude da relevância e de sua multiplicidade de informações de interesse social, a RAIS se constituiu, devidamente, em fonte de dados estatísticos para o acompanhamento e para a caracterização do mercado de trabalho formal no Brasil. O tratamento estatístico das informações captadas pela RAIS permite que os dados divulgados apresentem recortes em nível de município, classe de atividade econômica e ocupação. Assim, a RAIS contém o estoque (número de empregos) por gênero, faixa etária, grau de instrução, faixa de rendimento, rendimento médio e massa salarial.

Desde os anos 90, os dados da RAIS registram importantes avanços quantitativos e qualitativos, em decorrência da ampliação do número de declarações em meio eletrônico. Nesse período, a cobertura aproximou-se de 97% do setor organizado da economia, consolidando a RAIS como censo do mercado de trabalho formal. 

Características da RAIS

A RAIS possui as seguintes características básicas:

  • Natureza do levantamento: Registro Administrativo;
  • Periodicidade: anual (as declarações são prestadas geralmente no período de janeiro a fevereiro e referem-se ao ano anterior);
  • Abrangência geográfica: todo o território nacional;
  • Desagregação geográfica: Brasil, Regiões Naturais, Unidades Federativas, Regiões Metropolitanas e Municípios;
  • Cobertura: cerca de 97% do universo do mercado formal brasileiro;
  • Principais variáveis investigadas: empregos em 31 de dezembro segundo gênero, faixa etária, grau de escolaridade, tempo de serviço e rendimentos, desagregados em nível ocupacional, geográfico e setorial. Contêm informações sobre o número de empregos por tamanho de estabelecimento, massa salarial e nacionalidade do empregado;
  • Rendimentos: representa a remuneração média nominal ou em salários mínimos, no período vigente do ano-base da força de trabalho empregada. Para efeito estatístico, não são consideradas as remunerações referentes ao 13º salário.

Cuidados no uso das bases de dados 

A RAIS possui elevada quantidade de informações sobre o mercado de trabalho formal. Entretanto, recomenda-se cautela na utilização e interpretação dos dados, considerando suas vantagens e limitações. A principal vantagem da RAIS é a sua abrangência, uma vez que permite o cruzamento de variáveis, englobando níveis ocupacionais, setoriais e geográficos, inclusive por município. 

A maior limitação é a omissão de declaração dos estabelecimentos, seguida pelo erro de preenchimento, decorrente de informações incompletas ou incorretas. Outro problema identificado está relacionado às declarações agregadas na matriz, quando o correto seria fornecer as informações por estabelecimento. 

A omissão é freqüente em municípios menores. Em alguns setores, percebem-se informações qualitativamente mais comprometidas que em outros. Insere-se nesse contexto a Agricultura, a Administração Pública e a Construção Civil. 

Outras Informações 

Mais informações sobre a RAIS e sobre o Programa de Disseminação de Estatísticas do Trabalho (PDET) podem ser obtidas na Internet, no endereço http://www.mte.gov.br/EstudiososPesquisadores/PDET.

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